Posts do Autor: Nuno Aguiar

Nuno Aguiar

Sobre Nuno Aguiar

Nuno Aguiar, nasceu em 1987 e licenciou-se em jornalismo pela Universidade Nova. Começou a fazer jornalismo em 2009 no jornal i e em 2011 foi contratado pelo Dinheiro Vivo onde trabalhou até integrar a equipa do Negócios em Setembro de 2012. Em 2015 publicou o livro "Os Números da Nossa Vida". Escreve regularmente sobre temas macroeconómicos.

Salário mínimo mais alto deixa-o mais tempo no desemprego?

22/04/2016
Colocado por: Nuno Aguiar

desemprego

Crédito: Reuters

 

Precisamente por não haver respostas definitivas a esta pergunta é que ela motiva uma discussão tão apaixonada. Os números e os estudos permitem tirar diferentes conclusões.

 

Esta semana, a Comissão Europeia manifestou a sua discordância com as recentes subidas do salário mínimo e criticou as intenções do Governo de voltar a aumentá-lo num futuro próximo. Bruxelas diz que a subida prejudica a competitividade do país e as perspectivas de emprego, principalmente entre os menos qualificados. Além disso, argumenta que “a perspectiva de uma descida da persistentemente elevada percentagem de desempregados de longa duração não melhorará com mais aumentos do salário mínimo”.

 

O tema fez manchete no Diário de Notícias e no Jornal de Notícias e motivou varias reacções, até do Governo português, que diz ter dados que mostram que a economia nacional tem margem para acomodar estas actualizações.

 

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Desporto: pouco produtivo e com salários altos?

06/04/2016
Colocado por: Nuno Aguiar

 

O desporto pode ter tanto de perícia como de sorte e azar. Às paixões que move junta-se um impacto económico que pode ser difícil de quantificar. A nova conta satélite do Instituto Nacional de Estatística (INE) apresenta novos dados que ajudam a entender a verdadeira dimensão deste sector com dados de 2010 a 2012. Em baixo, estão alguns dos principais números do da economia desportiva em Portugal.

 

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O que Henrique Raposo diz sobre o Alentejo é verdade?

21/03/2016
Colocado por: Nuno Aguiar

 

É um eufemismo dizer que o livro de Henrique Raposo foi recebido com animosidade, principalmente na actual capital internacional da indignação: as redes sociais. É difícil dizer se o problema das pessoas é com aquilo que Raposo diz ou com a forma como o disse. Com o que escreveu dificilmente é, porque muitos admitiram não ter lido o livro.

 

Depois da ira e dos insultos, começam a surgir as primeiras recensões. O nosso objectivo não é fazer uma crítica literária a “Alentejo Prometido”, mas sim pegar em alguns factos muito concretos referidos no livro e tentar ver se os dados os corroboram. Escolhemos aqueles que causaram mais nervosismo e deixámos de fora afirmações pouco surpreendentes (como Alentejo ter uma baixa densidade populacional) e para as quais não conseguimos encontrar dados e que o autor não revela a fonte (números de criminosos no final do século XIX ou a emigração de distritos alentejanos nos anos 50). Ficámos com suicídios, violações, uniões de facto, filhos fora do casamento, catolicismo, divórcios e analfabetismo.

 

raposo

Fotografia de Bruno Simão.

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Reacção dos economistas: mais pessimismo para 2016

12/02/2016
Colocado por: Nuno Aguiar

Os números do INE apontaram para um crescimento de 1,2% do PIB no quarto trimestre de 2015, uma desaceleração face ao mesmo período de 2014. Este resultado reflecte uma travagem do investimento e contribui para o Montepio rever em alta as suas previsões de crescimento da economia em 2016.

 

 

Nota do editor: No “Reacção dos Economistas” pode ler, sem edição do Negócios, a análise aos principais indicadores económicos pelos gabinetes de estudos do Montepio, Millennium bcp, BPI, NECEP (Universidade Católica) e IMF, isto sem prejuízo de outras contribuições menos regulares. Esta é parte da “matéria-prima” com que o Negócios trabalha e que agora fica também ao seu dispor.

 

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Para quando um musical sobre Vítor Gaspar?

09/12/2015
Colocado por: Nuno Aguiar

Hamilton

 

O que lhe parece um musical da Broadway sobre o primeiro secretário do Tesouro dos Estados Unidos? “Granda seca”, certo? Não neste caso. “Hamilton” traz-nos quase três horas de música, com o ADN de musical, mas profundamente influenciado pelo universo do hip-hop, com muito rap e alguns momentos do R&B que enche agora as rádios. É também interpretado por um elenco jovem e multiétnico. É aquilo a que os americanos normalmente chamam um “game changer”.

 

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