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  Este fim de semana, os delegados da Liga, agora coordenados por Reinaldo Teixeira, um dos poucos grandes senhores do nosso futebol, fizeram o seu convívio de Natal, que se realizou em Coimb..." /> Bola na Área - Record

Bola na Área

Pedro Proença e os delegados da Liga

21 Dezembro, 2015 1

PP

 

Este fim de semana, os delegados da Liga, agora coordenados por Reinaldo Teixeira, um dos poucos grandes senhores do nosso futebol, fizeram o seu convívio de Natal, que se realizou em Coimbra.

Pedro Proença foi convidado e apareceu. O presidente da Liga fez questão de pagar o almoço, que custou 1500 euros, do seu bolso, como demonstração da sua satisfação pela mudança de paradigma que está a decorrer numa das áreas mais sensíveis da organização dos nossos jogos.

BnA sabe ainda que PP esteve acompanhado pelo diretor executivo de competições, António Gaspar Dias, e pela respetiva diretora, Helena Pires. O presidente da Liga entendeu premiar o empenhamento de todos na tal mudança de que já se falou, que passa muito por um novo perfil de delegado da Liga, num corte, que tem de ser gradual, com o passado.

Nos últimos anos, a equipa de delegados da Liga vinha a ser formada por “carolas”, muitos deles com passagens pelos principais clubes portugueses, que nem sempre tinham comportamentos corretos nos estádios.

Agora sob o comando de Reinaldo Teixeira, que também foi delegado da Liga, pretende-se uma equipa de delegados com outro perfil, numa dinâmica diferente. Note-se que a equipa de delegados da Liga é formada atualmente por 62 elementos.

NOTA FINAL: A nota de 2,2 a Jorge Sousa no Nacional-FC Porto penaliza-o por dois penáltis favoráveis ao Nacional que o observador do árbitro a comissão de visionamento, presumo, consideraram. Se tivesse sido só por um, a nota teria sido 2,5. É uma nota muito má que o árbitro internacional demorará algum tempo a digerir e a conseguir recuperar, ele que tem sido nos últimos anos o melhor do ranking nacional – um objetivo agora hipotecado.

O “posicionamento” do líner é a epifania do momento

4 Novembro, 2014 0

Este futebol tuga está sempre a surpreender-nos.

Agora o que se discute não é se uma decisão foi bem ou mal tomada.

O que está em cima da mesa e na boca dos paineleiros é o posicionamento dos árbitros assistentes, outrora chamados liners ou bandeirinhas, no momento da decisão de foras-de-jogo.

Aposto que a seguir vão começar a pôs em causa a forma como o 4.º árbitro levanta as placas.

Sigilo das nomeações é uma treta

21 Abril, 2012 0

Era o que se temia.

O famoso sigilo nas nomeações dos árbitros é uma treta.

Quase toda a gente sabe, com pelo menos 24 de antecedência, quem são os árbitros nomeados.

A blindagem da FPF parece um coador…

É sempre para os mesmos

1 Novembro, 2011 0

De jornada para jornada sucedem-se os erros, alguns até grosseiros, de arbitragem com prejuízo manifesto para as equipas de menores dimensões. Os presidentes protestam mas as suas vozes não chegam sequer às primeiras páginas dos jornais ou aos programas televisivos dominados por paineleiros conotados apenas com os clubes grandes (curiosamente, o único canal que tinha paineleiros para além desta órbita era o agora FCPorto Canal…).

Um dos problemas mais graves é o que se refere à análise das bolas na mão ou da mão na bola. Há muitos anos que os nossos árbitros vêm a sofrer uma lavagem cerebral por parte dos responsáveis no sentido de considerarem qualquern toque da bola na mão ou no braço como motivo para grande penalidade, reflexo condicionado que lá fora tem custado alguns dissabores aos nossos internacionais…

Esta questão, ao contrário do que parece, é muito fácil de analisar com base no movimento ostensivo de jogar a bola com a mão ou o braço, deixando tudo o resto de fora e sobretudo o critério da intenção.

A verdade é que os clubes de média e pequena dimensão continuam a ser prejudicados pelas arbitragens. São alvos fáceis. Os outros clubes estão protegidos pelos seus guardiões do templo e por todo um sistema que continua a acreditar que o futuro do futebol depende apenas das grandes marcas futebolísticas, deixando os outros a correr atrás das migalhas em forma de jogadores emprestados, convites para viagens, palmadinhas nas costas e promessas de permanência num escalão onde no fundo não cabem todos mas alguns de certeza que sim.

 Os nossos clubes ditos pequenos continuam sem perceber que nada têm a ganhar com essas alianças com os grandes, espetadores e autores deste espectáculo.

O único pequeno que ousou furar o esquema teve o destino que todos conhecem e hoje está a jogar na II Divisão e falido.

Árbitros debaixo de fogo

12 Agosto, 2011 0

A época ainda não começou a os nossos árbitros já estão sob pressão. O incidente com Pedro Proença não foi propriamente uma surpresa. O árbitro lisboeta há muito que mantém uma atitude pró-activa que por vezes degenera em momentos difíceis. Esta atitude e o excesso de exposição público, quiçá estimulado por um ego demasiado grande, são factores a ter em conta na leitura de um incidente que a maioria dos comentadores abordou da fora mais fácil, atribuindo este clima de crispação às declarações de alguns dirigentes.

Ora, o que se passou com Pedro Proença é apenas o resultado de dois factores:

– A altivez do árbitro.

– A falta de educação de um adepto do Benfica.

Tudo a que a isto se acrescentar não passa de uma cortina de fumo que vai servindo aos interesses instalados. Isto pelo menos enquanto os nossos árbitros não tiverem um líder que ponha à frente de tudo a coesão da classe e o seu equilíbrio e não use e abuse de uma política do tipo “eu não tenho nada a ver com isso”. Mas até penso que Fernando Goes já chegou.